DESMONTE DA PROTEÇÃO SOCIAL: UMA ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DO AUXÍLIO EMERGENCIAL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22422/temporalis.2021v21n41p219-236

Resumo

O presente artigo objetiva contribuir com o debate sobre a necessária proteção social em qualquer tempo, mas, em especial, no maior contexto pandêmico do século XXI, que acirrou a desigualdade social e expôs, de forma exponencial, o papel do Estado na intervenção social e econômica. Nessa linha, lança-se o olhar para dois importantes aspectos que demostram o modo como o atual governo vem tratando o sistema protetivo brasileiro: (i) a opção pelo modelo liberal acirrado, com forte retrocesso na garantia de direitos; e (ii) as ações concretas referentes ao auxílio emergencial e seus nexos com a segurança de renda e benefícios eventuais que figuram como provisões da política pública de assistência social. Os dados e a análise são resultantes de uma pesquisa sobre o agravamento da desigualdade no Brasil, com o recorte para o período pandêmico. Os resultados apontam para o aprofundamento da crise no âmbito do sistema protetivo brasileiro, em especial o rebatimento na operacionalização do auxílio emergencial, lócus primaz do trabalho profissional do assistente social.

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Biografia do Autor

Ana Patrícia Pires Nlesso, Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Doutora em Política Social e Serviço Social Professora departamento de serviço social da Universidade Estadual de Londrina

Maria Luiza Amaral Rizzotti, Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Professora aposentada UEL

Professora da pós graduação Unversidade Federal da Paraíba

Samia Machado Mustafa, Prefeitura de Londrina (PR)

Assistente Social da Prefeitura de Londrina (PR)

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Publicado

2021-07-01