Familismo e juventude: notas sobre o trabalho com jovens na socioeducação

Autores

  • Bárbara Leite Pereira Colombi Tribunal de Justiça do Espírito Santo
  • Claudio Henrique Miranda Horst Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.47456/argumentum.v13i1.28644

Resumo

O artigo objetiva refletir sobre a contraditória relação entre Estado, a política socioeducativa voltada para jovens entre 18 e 21 anos e a família. Trata-se de reflexão construída a partir da sistematização da prática profissional e cotejada pela revisão de literatura. Destacam-se os limites do Estado brasileiro e da estratégia familista voltadas a esse público. Por fim, conclui-se, que as perspectivas que acolhem esse público: jovens entre dezoito a vinte e um anos, sem família e cumpridores de medida socioeducativa se afunilam em um processo de descartabilidade humana, ora pela ausência de um elo familiar, ora pela ineficácia da ação estatal.

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Biografia do Autor

Claudio Henrique Miranda Horst, Universidade Federal de Santa Catarina

Assistente Social, Mestre em Política Social pela Universidade Federal do Espírito Santo e Doutorando em Serviço Social pela Universidade Federal de Santa Catarina. Integrante do Grupo de Estudos em Políticas Públicas Fênix/UFES e do Núcleo de Pesquisa Interdisciplinar Sociedade, Família e Políticas Sociais (NISFAPS/UFSC).

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Publicado

2021-04-30

Como Citar

Colombi, B. L. P., & Horst, C. H. M. (2021). Familismo e juventude: notas sobre o trabalho com jovens na socioeducação. Argumentum, 13(1), 199–212. https://doi.org/10.47456/argumentum.v13i1.28644