Arquivos - Página 4

  • As políticas de saúde mental no Brasil e no plano internacional: tendências e desafios
    v. 12 n. 2 (2020)

    Ao longo dessas duas décadas do século XXI, no plano global, observa-se o aumento das taxas de transtornos mentais quando se correlacionam os períodos de políticas de austeridade econômica com as alterações na prevalência dos transtornos de humor, como a depressão, e os relacionados ao stress, como a ansiedade.
    Trata-se de um período de aprofundamento da ofensiva do capital sobre o trabalho, expressa nas mudanças dos processos de trabalho, na flexibilização dos direitos trabalhistas e no declínio dos padrões de proteção social. O impacto da austeridade sobre a saúde mental vem sendo pesquisada por diferentes autores ao redor do mundo. A saúde mental nos parece se tornar um analisador relevante desta quadra histórica, bem como requer revisitar os seus desafios particulares atuais.
    Ademais, no Brasil, o fortalecimento de forças conservadoras e reacionárias e, de forma concomitante, na saúde mental, a presença de diversas resistências e de lutas antimanicomiais, antiproibicionistas, antirracistas e feministas trazem mudanças importantes na orientação das políticas de saúde mental e drogas que merecem atenção.
    Nesse sentido,  a Argumentum objetiva oferecer um balanço das tendências hegemônicas e contra hegemônicas e dos desafios atuais em curso nas políticas sociais de saúde mental no plano internacional e nacional.

  • Juventude, Classe Social e Política
    v. 12 n. 1 (2020)

    A juventude no mundo inteiro tem sofrido inúmeras violações. O desemprego e o trabalho precário atingem em maior proporção os jovens, a violência policial, o racismo e o sexismo também. Além do aumento da incidência de problemas relacionados à saúde mental e às ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis). Este quadro nos estimula a pensar afinal quais jovens são efetivamente mais atingidos pelas expressões mais contundentes do capitalismo em crise? E quais são os jovens que tem resistido a esse processo? Como tem resisitido? Esses jovens tem classe, cor e sexo. E é para abordar as diferentes dimensões dos problemas que atingem a juventude no Brasil e no mundo que convidamos os pesquisadores que tem produzido acerca do tema a apresentarem seus trabalhos.

  • Contrarreformas ou revolução: respostas ao capitalismo em crise
    v. 11 n. 3 (2019)

    Contrarreformas ou revolução: respostas ao capitalismo em crise

  • Violência estatal e paraestatal no Brasil contemporâneo
    v. 11 n. 2 (2019)

    Violência estatal e paraestatal no Brasil contemporâneo
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