Gênese e expansão do coletivismo artístico brasileiro no início dos anos 2000

Autores

DOI:

https://doi.org/10.47456/rf.rf.2133.50779

Palavras-chave:

coletivos artísticos; arte e política; artivismo; ocupações urbanas; lutas por moradia

Resumo

O artigo analisa a gênese e a expansão do coletivismo artístico paulistano no início dos anos 2000. Buscamos compreender como as práticas colaborativas, as residências artísticas e as ações ativistas, junto aos movimentos de luta por moradia, configuraram novas relações entre arte e política. A pesquisa baseia-se em documentos, relatos de artistas e bibliografia crítica. Demonstramos de que modo o coletivismo emergente instaurou um campo de ação estética e social que combina experimentação estética e luta por direitos.

Biografia do Autor

  • Pedro Caetano Eboli Nogueira, Unicamp

    Professor, crítico e curador de arte. É graduado em Desenho Industrial (UFRJ, 2009-2014), também obtendo formação teórico-prática na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2009-2011). Com pesquisa sobre as interfaces entre urbanismo tático e intervenções urbanas, concluiu o mestrado em Artes e Design (PUC-Rio, 2015-2017). No doutorado (PUC-Rio, 2017-2021), investigou as relações entre arte, política e movimentos sociais no Brasil contemporâneo. Atualmente, desenvolve uma pesquisa de pós-doutorado em torno das relações entre arte, política e identidades no cinema de Eduardo Coutinho, junto ao Instituto de Artes da Unicamp, com Bolsa FAPESP.

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Publicado

30-12-2025

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

NOGUEIRA, Pedro Caetano Eboli. Gênese e expansão do coletivismo artístico brasileiro no início dos anos 2000. Farol, [S. l.], v. 21, n. 33, p. 221–238, 2025. DOI: 10.47456/rf.rf.2133.50779. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/farol/article/view/50779. Acesso em: 4 fev. 2026.