Capacidades Estatais e Programas de Promoção dos Biocombustíveis no Brasil

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DOI:

https://doi.org/10.13071/regec.2317-5087.2014.7.1.17141.137-160.

Resumo

O artigo compara políticas de incentivos aos bicombustíveis no Brasil, o Programa Nacional do Álcool (Proálcool) e o Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB), e pontua a participação da Petrobras nessas políticas. Para tanto, está apoiado nas discussões conceituais e teóricas relacionadas às Capacidade Estatais, tomando como elementos de análise o contexto institucional, os mecanismos formatados e os resultados alcançados por esses programas. Os resultados indicam cenários internacional e nacional, assim como ambientes institucionais distintos na implementação dos programas com reflexos na arquitetura dos mecanismos, na execução e na participação da estrutura do Estado. Os pontos de aproximação entre os programas reúnem os incentivos fiscais e financeiros e a inserção de conteúdo social nos objetivos, além do avanço da produção vinculado a agroindústrias anteriormente estabelecidas.

Biografia do Autor

  • Renata Martins Sampaio, Instituto de Economia Agrícola (IEA)

    Doutora em Política Científica e Tecnológica (DPCT/IG/UNICAMP), Mestre em Energia (UFABC), Administradora, Pesquisadora Científica do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) e Porfessora Colaboradora na Pós-graduação em Sanidade, Segurança Alimentar no Agronegócio do Instituto Biológico (IB). Atua em temas relacionados à gestão da tecnologia e de processos inovativos em Instituições Públicas de Pesquisa, avaliação e previsão tecnológica e, de políticas públicas, com ênfase em produções agroindustriais e nos biocombustíveis.

  • Maria Beatriz Machado Bonacelli, Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT/UNICAMP)

    Professora Livre-docente do Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT/IG/Unicamp). Graduada em Ciências Econômicas (IE/Unicamp) com especialização em Economia do Sistema Agroalimentar (CeFas, Viterbo, Itália, 1988), mestrado em Política Científica e Tecnológica (DPCT/Unicamp), DEA em Economie Industrielle (Université des Sciences Sociales de Toulouse, França, 1993) e doutorado em Ciências Econômicas (Université des Sciences Sociales de Toulouse, França, 1996). Atual coordenadora do PPG em Política Científica e Tecnológica. Ex-coordenadora Geral da Pós-Graduação do Instituto de Geociências (IG) (2013-2015) e ex-chefe de Departamento (DPCT, 2009-2011). Pesquisadora Associada do Grupo de Estudos sobre Organização da Pesquisa e da Inovação (GEOPI/DPCT), Membro da Comissão de Avaliação do Contrato de Gestão entre o CNPEM e o MCTIC e membro do Comitê de Avaliação dos Projetos do Programa Casadinho/Procad do CNPq e Capes. Participou da elaboração do Plano Diretor de CT&I do Estado de São Paulo 2014-2015. Ganhadora, em 2016, do 58o. Prêmio Jabuti, 2o lugar na Categoria Economia e Administração com a obra Propriedade Intelectual e Inovações na Agricultura. Principais linhas e temas de pesquisa: Economia da Tecnologia; Planejamento e Gestão da CT&I; Reorganização Institucional; Dinâmica Setorial da Inovação

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Publicado

2018-10-24

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Como Citar

Capacidades Estatais e Programas de Promoção dos Biocombustíveis no Brasil. (2018). Revista Gestão & Conexões, 7(1), 137-160. https://doi.org/10.13071/regec.2317-5087.2014.7.1.17141.137-160.

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