RESISTINDO AO MUNDO TRISTE: A BRINCADEIRA E A CARNAVALIZAÇÃO COMO ATOS REVOLUCIONÁRIOS

Autores

  • Kallyne Kafuri Alves

Resumo

No eixo das discussões sobre a teoria bakhtiniana no fortalecimento das reflexões sobre a área da Educação, o texto focaliza o tema da brincadeira como um ato revolucionário. Com perspectiva teórica-metodológica bakhtiniana (BAKHTIN, 2004; 2006; 2010a; 2010b; 2011), tematiza sobre os conceitos bakhtinianos na abordagem do tema da resistência ao mundo triste pela via da brincadeira como um ato revolucionário. Com isso, busca desenvolver reflexões sobre o tema a partir de três pontos: o desafio do reconhecimento da interação e da brincadeira no contexto social da Educação Infantil, o brincar e o carnavalizar como possibilidades de viver a vida alegre e a cultura popular como uma cultura do brincar, com destaque à brincadeira e ao carnaval de Recife (PAJEÚ, 2014). Assim, conclui com a ideia da brincadeira e da carnavalização como atos revolucionários para subverter o tempo triste.

 

Palavras-chave: Educação Infantil, Perspectiva teórico-metodológica bakhtiniana, Ato revolucionário, Brincar, Formação de Professores.

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Publicado

2017-12-27