Land art e Educação Infantil:

desterritorializando os espaços para além da sala de atividades

Autores

  • Thais Martins do Nascimento Universidade Federal do Espírito Santo
  • Larissa Carvalho Cirele

Palavras-chave:

Arte Contemporânea, Educação Infantil, Experiência, Land Art

Resumo

O presente artigo objetiva analisar formas de ampliar o repertório artístico-cultural das crianças, estabelecendo relações entre artista e obra, rompendo com o ensino de arte tradicional e propondo linguagens e materiais contemporâneos para produzir e vivenciar a arte. Descreve uma experiência realizada em um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) localizado na cidade de Vitória — ES sobre a temática Land Art ao explorar a obra do artista Robert Smithson e sua Spiral Jetty. Discorre sobre o planejamento e a execução das atividades, realizadas com crianças entre 4 e 5 anos de idade, seguindo as características e as possibilidades disponíveis no âmbito físico e estrutural da escola, como também as pedagógicas. Dialoga com autores como Ostetto (2011), Larrosa (2002), Vigotsky (1995) e com a BNCC (2018). Finaliza, reafirmando a importância da arte vivenciada e experienciada para além dos espaços das salas de atividades na Educação Infantil.

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Referências

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.

Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 13 de jun. 2021.

LARROSA, J. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Tradução de João Wanderley Geraldi, Unicamp, Departamento de Linguística, 2002.

OSTETTO, L. E. Educação infantil e arte: sentidos e práticas possíveis, 2011. Disponível em: <https://acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/320/1/01d14t01.pdf.> Acesso em: 20 set. 2021.

VIGOTSKY, L.S. Obras escogidas. tomo III. Madri: Visor, 1995.

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Publicado

2021-12-31