Retratos da família escrava no Espírito Santo (1790-1871)

Autores

  • Geisa Lourenço Ribeiro

Resumo

Às vésperas da Abolição, o Espírito Santo permanecia intimamente ligado à escravidão. Essa situação, somada ao fato do território possuir regiões com características bastante diferentes dentro do mesmo recorte administrativo, o transforma em locus privilegiado para a pesquisa referente à escravidão. Aproveitando tal situação, investigamos o perfil e a estabilidade da família escrava – cuja existência não é mais assunto a ser debatido, posto que amplamente confirmado – nas Regiões Central e Sul da Província capixaba, procurando perceber as diferenças e semelhanças entre os cenários de pequenas propriedades e aquele dominado pelas grandes fazendas cafeeiras, desde o final da Colônia (1790) até a libertação do ventre das mulheres cativas (1871). As fontes utilizadas pelos pesquisadores da família escrava, e também por este trabalho, privilegiam análises quantitativas e demográficas. Contudo, ainda que se assemelhem a “retratos”, revelando apenas um breve instante da vida daquelas pessoas, elas permitiram conhecer um pouco de suas histórias, embasando considerações sobre o tema.

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Como Citar

RIBEIRO, G. L. Retratos da família escrava no Espírito Santo (1790-1871). Revista Ágora, [S. l.], n. 21, p. 203–230, 2015. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/agora/article/view/11254. Acesso em: 3 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos