A EDUCAÇÃO COMO PROBLEMA MÉDICO: A PENA DE BELISÁRIO NO DEBATE SOBRE OS MALES DO BRASIL (1912 – 1933)

Autores

  • Leonardo Querino Barboza Freire dos Santos Universidade de São Paulo (USP)/Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Resumo

Neste artigo discutimos as representações sociais construídas pelo médico mineiro Belisário Penna (1868 – 1939) sobre educação e saúde, com ênfase para o período compreendido entre 1912 e 1933. Para isso, analisamos algumas de suas correspondências, bem como os textos de Belisário publicados em livros e na imprensa. Partindo destas fontes, refletimos sobre as aproximações entre os campos médico e pedagógico em um momento de intensos debates sobre os “males” do Brasil, quando a educação e saúde foram projetadas como solução para os problemas nacionais. Quanto ao referencial teórico, dialogamos com a perspectiva dos Estudos Culturais sobre a construção simbólica dos mundos sociais, especialmente a partir do conceito de representação social do historiador francês Roger Chartier.  

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Biografia do Autor

Leonardo Querino Barboza Freire dos Santos, Universidade de São Paulo (USP)/Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Possui Graduação em História pela Universidade Federal de Campina Grande (2012) e Mestrado em História pela Universidade Federal de Campina Grande (2015). Ainda é membro do Grupo de Pesquisa História das Práticas e Saberes Médicos (CNPq/UFCG). Atualmente é aluno do Doutorado em História Social da Universidade de São Paulo (USP). Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil República, atuando principalmente nos seguintes temas: história do corpo, história da saúde e das doenças, história da medicina, higienização, eugenia e biografias históricas.

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Publicado

16-12-2018

Como Citar

FREIRE DOS SANTOS, L. Q. B. A EDUCAÇÃO COMO PROBLEMA MÉDICO: A PENA DE BELISÁRIO NO DEBATE SOBRE OS MALES DO BRASIL (1912 – 1933). Revista Ágora, [S. l.], n. 27, p. 9–23, 2018. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/agora/article/view/17017. Acesso em: 2 dez. 2021.

Edição

Seção

Dossiê: História e Educação