A modernidade no corpo e no espaço: Práticas de Subjetivação, Higiene Moderna e Arquitetura Escolar

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RESUMO

No início do século XX Campina Grande (na Paraíba) viu ser inserido no cotidiano da urbe a ideia de um modernização dos costumes advinda da prática discursiva e retórica de seus intelectuais, professores e bacharéis, em seus periódicos e nos seus espaços de poder. Tal fala ecoou no cotidiano escolar tendo em vista a formação de sujeitos modernos, onde tais intelectuais, como docentes, atrelavam suas convicções ao currículo ministrado. Tais ideias foram, aos poucos, se concretizando na representação da moderna arquitetura que se desenhava sobre as escolas de Campina Grande, acarretando toda uma simbologia da função da escola no contexto social. Para tal problemática nos utilizamos do conceito de Práticas de Subjetivação por Félix Guattari e de Processo Civilizador por Norbert Elias.

Palavras-chave: Práticas de subjetivação; Arquitetura Escolar; Campina Grande.

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Biografia do Autor

Hadassa Araújo Costa, Universidade Federal de Campina Grande

Mestranda do Programa de Pós-Graduação de História da Universidade Federal de Campina Grande é graduada do curso de Licenciatura em História pela mesma universidade. Tem experiência na área de História Cultural sob temáticas direcionadas à História da Saúde, História da Educação, Educação Patrimonial e Patrimônio Cultural.

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Publicado

16-12-2018

Como Citar

COSTA, H. A. A modernidade no corpo e no espaço: Práticas de Subjetivação, Higiene Moderna e Arquitetura Escolar. Revista Ágora, [S. l.], n. 27, p. 24–40, 2018. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/agora/article/view/17023. Acesso em: 2 dez. 2021.

Edição

Seção

Dossiê: História e Educação