MEMÓRIAS SUBTERRÂNEAS DOS DESAPARECIMENTOS NA DITADURA CIVIL-MILITAR (1964-1985): POLÍTICA, AUTORITARISMO, TRAUMA E TESTEMUNHO EM “K. – RELATO DE UMA BUSCA”, DE BERNARDO KUCINSKI

Autores

  • Rafael Lucas Santos da Silva Universidade Estadual de Maringá - UEM

Resumo

Tematizando a literatura como prática discursiva que explora relações entre memória e história, realiza-se neste artigo uma análise do romance “K. - Relato de uma busca”, de Bernado Kucinski. Nosso interesse se concentra em quinze capítulos dos vinte e nove que compõem a obra, os quais focalizam especificamente a busca desesperada de K. pela sua filha desaparecida. A nossa hipótese de leitura é que o romance de Bernardo Kucinski possa ser compreendido como uma escritura que atualiza a catástrofe do regime autoritário da Ditadura Civil-Militar (1964-1985), construindo uma memória coletiva dos desaparecimentos políticos, a partir de um testemunho ético da busca dos familiares por seus parentes.

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Biografia do Autor

Rafael Lucas Santos da Silva, Universidade Estadual de Maringá - UEM

Atualmente, é Mestrando na área de Estudos Literários, na Linha de Pesquisa Literatura e Historicidade, pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Estadual de Maringá - UEM. Possui Graduação em Letras Português/Espanhol e Respectivas Literaturas na Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, Campus de Foz do Iguaçu.

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Publicado

07-01-2019

Como Citar

SANTOS DA SILVA, R. L. MEMÓRIAS SUBTERRÂNEAS DOS DESAPARECIMENTOS NA DITADURA CIVIL-MILITAR (1964-1985): POLÍTICA, AUTORITARISMO, TRAUMA E TESTEMUNHO EM “K. – RELATO DE UMA BUSCA”, DE BERNARDO KUCINSKI. Revista Ágora, [S. l.], n. 28, p. 9–27, 2019. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/agora/article/view/21613. Acesso em: 30 nov. 2021.

Edição

Seção

Dossiê: 40 anos da Lei da Anistia: movimentos, narrativas e história.