MOVIMENTO FEMININO PELA ANISTIA: SUA MEMÓRIA GRÁFICA E SEUS IMPASSES

Autores

  • Isabela Fuchs

Resumo

Este artigo pretende rememorar a trajetória do Movimento Feminino pela Anistia a partir de suas consequentes manifestações gráficas impressas – no caso, revistas e cartazes. Tomo como ponto de partida conceitual a ideia de que a produção imagética não é um fenômeno reativo, mas dinâmico, tomando o pressuposto burkeniano de que estar face a face com a imagem é estar face a face com a própria história. A partir das manifestações gráficas produzidas por mulheres em prol do reestabelecimento das atividades democráticas no Brasil, retorno dos exilados e presos políticos, este artigo objetiva apresentar o debate da questão feminina da época, apresentando-o como diferente das movimentações feministas do norte e, simultaneamente, fazer um mapeamento de como as atividades dos movimentos de mulheres se uniram e também apresentar as problemáticas do pacto da anistia.

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Publicado

07-01-2019

Como Citar

FUCHS, I. MOVIMENTO FEMININO PELA ANISTIA: SUA MEMÓRIA GRÁFICA E SEUS IMPASSES. Revista Ágora, [S. l.], n. 28, p. 28–42, 2019. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/agora/article/view/21622. Acesso em: 30 nov. 2021.

Edição

Seção

Dossiê: 40 anos da Lei da Anistia: movimentos, narrativas e história.