Cultura, Civilização e Mal-estar: as possibilidades spenglerianas de Macunaíma e do Retrato do Brasil

Autores

  • Hugo Ricardo Merlo Programa de Pós-Graduação em História Social das Relações Políticas da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) Laboratório de Estudos de Teoria da História e História da Historiografia (Lethis)

Resumo

Este artigo busca, por meio da análise de Macunaíma (1928), de Mario de Andrade, e Retrato do Brasil (1928), de Paulo Prado, explorar as nuances da recepção do repertório de ideias, problemas e conceitos discutidos por Oswald Spengler, em seu Declínio do Ocidente (1918 – 1922). Objetiva-se fazê-lo por meio da investigação acerca da presença do binômio Kultur e Zivilization e do organicismo, presentes na obra de Spengler. Ao fim, pretende-se explorar as possibilidades políticas e éticas que, em parte, resultam desse conjunto de problemáticas partilhadas.

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Biografia do Autor

Hugo Ricardo Merlo, Programa de Pós-Graduação em História Social das Relações Políticas da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) Laboratório de Estudos de Teoria da História e História da Historiografia (Lethis)

Mestrando do Programa de Pós-graduação em História Social das Relaçoes Políticas da Unversidade Federal do Espírito Santo e membro do Laboratório de Estudos de Teoria da História e História da Historiografia (Lethis) desse mesmo programa de pós-graduação. Atua pesquisando nas áreas de História da Historiografia, Teoria da História e História das Ideias sob orientação do Prof. Dr. Julio Bentivoglio (PPGHIS-Ufes). E-mail: hugormerlo@gmail.com

Publicado

03-05-2015

Como Citar

MERLO, H. R. Cultura, Civilização e Mal-estar: as possibilidades spenglerianas de Macunaíma e do Retrato do Brasil. Revista Ágora, [S. l.], n. 21, 2015. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/agora/article/view/9571. Acesso em: 3 dez. 2022.

Edição

Seção

Dossiê: História intelectual, ética e política