Cadernos de Notas (des) folhamentos de tempo

Autores

  • Cláudia França UFU

DOI:

https://doi.org/10.47456/rf.v1i12.11266

Resumo

Discutimos o caderno como suporte físico de registros textuais e gráficos. Partindo da ideia de que o caderno pode ser feito antes e depois do registro, questionamos se essas diferenças não seriam índices do modo de trabalho de um artista. A depender disso, o artista pode privilegiar o uso sistemático do caderno ou ainda trabalhar com folhas esparsas, em tempos e lugares distintos. Isso nos parece análogo à dialética ternura/injúria proposta por Paulo Silveira (2008), como modo de lidar com livros: mantendo sua integridade física e simbólica (ternura) ou transgredindo sua narratividade, materialidade e função (injúria).

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Publicado

2014-11-23

Como Citar

França, C. (2014). Cadernos de Notas (des) folhamentos de tempo. Revista Farol, 10(12), 70–75. https://doi.org/10.47456/rf.v1i12.11266

Edição

Seção

Artigos