Intelectuais, narrativas e representação: a revista do Instituto Histórico Geográfico do Espírito Santo no período de (1916-1930)

Autores

  • Ticiana Pivetta Costa

Resumo

Resumo

Este estudo tem por objetivo analisar a representação de educação que permeava o pensamento dos intelectuais do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo (IHGES), relacionando o pensamento local e com o pensamento nacional. Buscamos discutir a relação entre os campos da História e da Educação considerando, sobretudo, a fundamentação na História Cultural. Para tanto, procuramos compreender a Educação no período de 1916 a 1930. O recorte temporal justifica-se por ser 1916 ano da fundação do IHGES, e,1930 o encerramento da Primeira República no Brasil. Trata-se de uma pesquisa de Mestrado em Educação (PPGE/UFES) que privilegia o contexto da intelectualidade espírito-santense e suas sociabilidades. Assim, parte de questões como: Quem eram os intelectuais? O que pensavam e de que forma suas ideias repercutiam no cenário educacional? Nos textos escritos pelos intelectuais, quais as representações se faziam da Escola? A relevância deste estudo está no fato de que sendo a imprensa – neste caso, exemplares das Revistas do IHGES – um rico e diverso material, ela pode nos revelar as múltiplas e diferentes perspectivas e representações que a educação tinha no referido período. A fundamentação teórica está baseada em Chartier (1990), Catani e Bastos (2002), Gomes (1993), Veiga e Fonseca (2003). Consideramos que investigando a Revista do IHGES, conseguimos compreender que a representação de educação que atravessava o imaginário dos intelectuais do IHGES estava sempre ligado ao progresso, patriotismo e civilidade.

Palavras chave: Educação. Intelectuais. Representações. 

 

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Publicado

2021-08-16