A paisagem mortuária romana e suas relações familiares sob a ótica de Sêneca (62 d.C.)

Autores

  • Luciane Munhoz de Omena Universidade Federal de Goiás (UFG)
  • Dyeenmes Procópio de Carvalho Universidade Federal de Goiás (UFG)

DOI:

https://doi.org/10.29327/2345891.11.22-11

Palavras-chave:

Paisagem mortuária, Família, Sêneca, Roma

Resumo

A sociedade romana comungava práticas de sepultamentos que se destinavam ao respeito aos mortos e à perpetuação de seus nomes na paisagem sagrada das necrópoles. Construídas nas vias de acesso das cidades, podemos percorrer, ainda, hoje, inúmeros sítios arqueológicos que presenteiam os visitantes com estruturas monumentais de sepulturas, as quais relacionam-se aos diferentes interesses e práticas sociais. Com isso em mente, este artigo tem como objetivo compreender as práticas mortuárias e suas relações com a memória a partir da paisagem funerária e das relações familiares no lógos filosófico de Lúcio Aneu Sêneca. Em diálogo com os vestígios materiais, pretende-se investigar o impacto da morte na corte neroniana à época de 62 d.C. A partir daí, serão traçadas reflexões acerca dos comportamentos aristocráticos em relação à família e ao luto e, dessa forma, ao analisar a prática da uirtus, compreender-se-á a criação de normas de condutas para a expressão pública da dor e a inserção de dimensões mais particulares e emocionais no modo como se lembravam dos mortos sob a perspectiva de Sêneca.

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Documentação textual

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Publicado

31-12-2023

Como Citar

MUNHOZ DE OMENA, Luciane; PROCÓPIO DE CARVALHO, Dyeenmes. A paisagem mortuária romana e suas relações familiares sob a ótica de Sêneca (62 d.C.). Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos, [S. l.], n. 22, p. 186–207, 2023. DOI: 10.29327/2345891.11.22-11. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/romanitas/article/view/41997. Acesso em: 18 jul. 2024.

Edição

Seção

Dossiê: Cidade, território e materialidade no Mundo Antigo