Chamada Dossiê A morte no mundo Antigo: ritos, narrativas e monumentos
Ritualizada e dotada de profundo simbolismo, a morte operava, na Antiguidade, como um eixo central na construção da memória e na definição da identidade dos indivíduos e das coletividades. Desse modo, os rituais funerários, assim como os monumentos, inscrições e imagens associadas ao universo mortuário, atuavam como meios pelos quais a comunidade acompanhava e regulava a mudança de condição dos indivíduos (Júnior, 2005, p. 14). Nesse contexto, os ritos funerários, as narrativas míticas, os monumentos e edifícios dedicados aos mortos não apenas expressavam atitudes diante da finitude da existência, mas também evidenciavam valores, hierarquias e formas de pertencimento que estruturavam a maneira pela qual se compreendia e experienciava o cotidiano.
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