A PERSPECTIVA TERRITORIAL NO SUAS A PARTIR DOS TRABALHADORES DE NITERÓI (RJ)
DOI:
https://doi.org/10.22422/temporalis.2020v20n39p70-85Resumen
O presente artigo busca analisar o lugar que a perspectiva territorial ocupa na gestão e execução do SUAS no município de Niterói-RJ, assim como a sua influência no cotidiano dos trabalhadores. Tal análise é fruto da oportunidade que tivemos de nos aproximar do rotina da gestão e da execução do SUAS em Niterói por meio de encontros e entrevistas com os trabalhadores municipais. Pensando que o CRAS deve permitir que sejam estruturadas relações próximas com as famílias e com o lugar onde vivem, já que estas constituem identidades, saberes, experiências e projetos futuros, analisamos como o território aparece nesse cotidiano de vivência, assim como a sua centralidade para a política de Assistência Social. Tendo como base conceitual a construção da categoria território à luz da perspectiva de autores como Milton Santos, Rogerio Haesbart, David Harvey e Henri Lefebvre, a partir do uso, da vida, como expressão da relação capital x trabalho e da questão social, percebemos sua influencia direta na atuação dos profissionais, mudando a compreensão sobre os usuários e a formas como o trabalho é executado nos diferentes CRAS, encontramos também contradições nas diferentes perspectivas sobre a categoria território, ora visto como espaço geográfico e sua cartografia fria, ora como espaço vivido e de constante disputa de correlações de forças.
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