Trabajo, ontología y método: fundamentos del proyecto ético-político del servicio social

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22422/temporalis.2026v26n51p36-51

Palabras clave:

Método materialista histórico-dialéctico, Ontología del ser social, Servicio Social, Trabajo

Resumen

Este estudio examina la importancia del método materialista histórico-dialéctico y del trabajo en la formación del ser social, basándose en las contribuciones de Karl Marx y György Lukács. Enfatiza la relevancia de este método para entender los cambios históricos y para el proyecto ético-político del Servicio Social en Brasil. El objetivo es mostrar que la ontología del ser social, basada en la categoría trabajo, ofrece la base teórica y metodológica que apoya el trabajo profesional crítico y emancipador. La investigación utiliza un abordaje cualitativo, de naturaleza teórica y bibliográfica, organizado en tres ejes centrales: la ontología del ser social según Lukács, la definición del trabajo como poner teleológico y el método materialista histórico-dialéctico como base del Servicio Social. Los resultados sugieren que el método, al considerar la totalidad y la contradicción como fundamentos de la realidad, permite entender las manifestaciones de la cuestión social en su complejidad y dirigir la intervención profesional hacia la emancipación humana.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Tainá Rocha dos Santos, Universidad Federal de Alagoas - UFAL

    Asistente Social. Maestra en Servicio Social por la Universidad Federal de Sergipe (UFS, Sergipe, Brasil). Asistente Social en la Secretaría Municipal de Salud de São Cristóvão/SE (SMS, São Cristóvão, Brasil) y Doctorado en Servicio Social por la Universidad Federal de Alagoas (UFAL, Maceió, Brasil). Correo electrónico: taina.rds@hotmail.com

Referencias

ABEPSS – Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social. Diretrizes gerais para o curso de Serviço Social. Rio de Janeiro: ABEPSS, 1996. Disponível em: https://www.abepss.org.br/arquivos/textos/documento_201603311138166377210.pdf. Acesso em: 08 fev. 2025.

ANDRADE, Mariana. Ontologia, dever e valor em Lukács. Maceió: Coletivo Veredas, 2016.

BEHRING, Elaine R.; BOSCHETTI, Ivanete. Política social: fundamentos e história. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2006.

ENGELS, Friedrich. A Dialética da Natureza. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.

GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade do Serviço Social. São Paulo: Cortez, 2000.

IAMAMOTO, Marilda V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. São Paulo: Cortez, 2007.

LUKÁCS, György. A Destruição da Razão. São Paulo: Instituto Lukács, 2020.

LUKÁCS, György. Para uma ontologia do ser social. Maceió: Coletivo Veredas, 2018.

MARX, Karl. Contribuição à crítica da Economia Política. São Paulo: Expressão Popular, 2008.

MARX, Karl. Grundrisse. São Paulo: Boitempo Editorial, 2011.

MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos. São Paulo: Boitempo Editorial, 2006.

MARX, Karl. O Capital: crítica da Economia Política. Livro 1. São Paulo: Boitempo Editorial, 2013.

MEDEIROS, João L.; BONENTE, Bianca I. Considerações sobre o método de Marx a partir da Ontologia de Lukács. Revista da Sociedade Brasileira de Economia Política, n. 55, p. 12–48, jan./abr. 2020. Disponível em: https://revistasep.org.br/index.php/SEP/article/view/540/280. Acesso em: 08 fev. 2025.

NETTO, José P. A construção do projeto ético-político do Serviço Social. In: CFESS/ABEPSS. Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília: CFESS/ABEPSS, 2009.

NETTO, José P. Transformações societárias e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 2011.

SANTOS, Rone. E. dos. Notas sobre a importância do trabalho na ontologia de Georg Lukács. Revista Estudos Filosóficos, n. 2, p. 86–100, 2009. Disponível em: https://ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/revistaestudosfilosoficos/art6-rev2.pdf. Acesso em: 08 fev. 2025.

Publicado

15-04-2026

Cómo citar

Trabajo, ontología y método: fundamentos del proyecto ético-político del servicio social. (2026). Temporalis, 26(51), 36-51. https://doi.org/10.22422/temporalis.2026v26n51p36-51