CIÊNCIA E FILOSOFIA EM LÉVI-STRAUSS ENTRE 1934-1962.

Autores

  • Daniel Precioso

Resumo

O artigo tem por objetivo analisar a passagem de uma ciência estruturalista a uma filosofia estrutural na obra “O Pensamento Selvagem” (1962) do antropólogo Claude Lévi-Strauss. Em um primeiro momento, perscrutar-se-á a coleta de dados, a montagem de modelos, a criação de sistemas e o estabelecimento de estruturas – etapas de seu front metodológico –, bem como as heranças sociológicas (Durkheim e Mauss) e a influência dos linguistas e fonólogos (Saussure, Troubetzkoy e Jakobson) ao pensamento do “pai da antropologia estrutural”. Em seguida, será discutida a dimensão metafísica assumida pelo estruturalismo levistraussiano, procurando-se elucidar as questões e os problemas que envolveram a sistematização final do objeto, do método e da explicação estruturalista.

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Como Citar

PRECIOSO, D. CIÊNCIA E FILOSOFIA EM LÉVI-STRAUSS ENTRE 1934-1962. Revista Ágora, [S. l.], n. 13, 2011. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/agora/article/view/5037. Acesso em: 2 dez. 2022.

Edição

Seção

Dossiê