Asociación entre la lactancia en la primera hora de vida y la lactancia materna exclusiva a los 3 y 6 meses
DOI:
https://doi.org/10.30712/44092Palabras clave:
Lactancia materna, Período posparto, Comportamiento materno, EpidemiologíaResumen
La lactancia materna en la primera hora de vida es recomendada por la Organización Mundial de la Salud como una estrategia fundamental para la promoción, protección y apoyo de la lactancia del recién nacido. Considerando la importancia de promover la lactancia materna, brindar atención de enfermería calificada y capacitar a los profesionales para el adecuado manejo del proceso de amamantamiento, se desarrolló el proyecto de extensión “Bebé que mama: orientaciones y cuidados en lactancia”. El presente estudio tuvo como objetivo estimar la asociación entre la vía de parto, la lactancia en la primera hora de vida y la lactancia materna exclusiva a los 3 y 6 meses, así como promover intervenciones prácticas y educativas aplicables a la rutina de la atención en lactancia materna, beneficiando directamente a madres y bebés y contribuyendo a la mejora de la salud maternoinfantil. Se trata de un estudio de cohorte prospectiva, en el que se realizó el seguimiento de 112 recién nacidos al nacimiento, a los 3 y a los 6 meses de vida. Se observó que el 32,14% de los bebés no fueron amamantados en la primera hora de vida, siendo la mayoría de ellos nacidos por cesárea. La vía de parto vaginal y la lactancia en la primera hora de vida se asociaron con mayores prevalencias de lactancia materna exclusiva a los 3 y 6 meses. La lactancia temprana estuvo influenciada por la vía de parto, y la no lactancia en la primera hora de vida se relacionó con una menor duración de la lactancia materna exclusiva, lo que pone de manifiesto la importancia de la intervención profesional sobre este determinante esencial para el éxito de la lactancia.
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Referencias
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