Experiência de estudantes de enfermagem em um projeto de educação em saúde e sexualidade na escola
DOI:
https://doi.org/10.30712/guara.v6i9.15624Palavras-chave:
Enfermagem, Educação superior, Saúde escolar, Comportamento sexual, AdolescênciaResumo
Objetivou-se descrever e discutir a experiência de estudantes de enfermagem em um projeto de educação em saúde e sexualidade na escola, como parte do ensino de graduação de uma universidade pública do Estado de Minas Gerais. Trata-se de um relato de experiência em ações educativas realizadas com adolescentes, no período de 2014 a 2016. As atividades incluíram participação no planejamento, execução de discussões sobre saúde e sexualidade do adolescente e avaliação das atividades, bem como apreensão de metodologias ativas de ensino que favorecem a construção do conhecimento. A experiência conferiu aos graduandos apropriação de conhecimentos e habilidades exigidas para a formação profissional do enfermeiro.
Downloads
Referências
ÁVILA, V.C. et al. Visão dos Docentes de Enfermagem Sobre a Formação de Enfermeiros-líderes. Cogitare Enfermagem, v. 4, n. 14, p. 621-7, 2012. Disponível em: <http://revistas.ufpr.br/cogitare/article/viewFile/30357/19635>. Acesso em: 01 abr. 2017.
AZEVEDO, I.C. et al. Compartilhando saberes através da educação em saúde na escola: interfaces do estágio supervisionado em enfermagem. Revista de Enfermagem do Centro Oeste Mineiro, Caicó, v. 1, n. 4, p.1048-56, 2014. Disponível em: <http://www.seer.ufsj.edu.br/index.php/recom/article/view/565/579>. Acesso em: 05 abr. 2017.
BACKES VMS, LINO MM, PRADO ML, REIBNITZ KS, CANAVER BP. Competência dos enfermeiros na atuação como educador em saúde. Revista Brasileira de Enfermagem, v.61, n.6, p.858-65, 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reben/v61n6/a11v61n6.pdf. Acesso em: 18 jul. 2017.
BRASIL. Ministério da Educação.Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de novembro de 2001. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. Diário Oficial da União, Ministério da Educação, Brasília, DF, 2001. Disponível em: <http://www.cofen.gov.br/resolucao-cneces-no-3-de-7-de-novembro-de-2001_35373.html>. Acesso em: 03 abr. 2017.
BRASIL. Ministério de Estado da Saúde (BR). Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Brasília. 2013. Diário Oficial da União, nº 12, seção 1, p. 59. Ministério da Saúde, Brasília, DF, 2001. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2013/res0466_12_12_2012.html>. Acesso em: 03 abr. 2017.
BRASIL. Política Nacional de Promoção da Saúde, PNPS: revisão da Portaria MS/GM nº 687, de 30 de março de 2006, Brasília: Ministério da Saúde, 2015. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnps_revisao_portaria_687.pdf>. Acesso em: 04 abr. 2017.
GUANABENS, M.F.G. et al. Gravidez na adolescência: um desafio à promoção da saúde integral do adolescente. Revista Brasileira de Educação Médica, Rio de Janeiro, v.36, n. 1, Supl. 2, p. 20-4, 2012. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbem/v36n1s2/a04v36n1s2.pdf>. Acesso em: 04 abr. 2017.
MELO, M.C. et al. Incidência e mortalidade por AIDS em crianças e adolescentes: desafios na região sul do Brasil.Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 21, n. 12, p. 3889-98, 2016. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/csc/v21n12/1413-8123-csc-21-12-3889.pdf >. Acesso em: 04 abr. 2017.
NERY, I.S. et al. Abordagem da sexualidade no diálogo entre pais e adolescentes. Acta Paulista de Enfermagem, São Paulo, v. 28, n. 3, p. 287-92, 2015. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ape/v28n3/1982-0194-ape-28-03-0287.pdf>. Acesso em: 04 abr. 2017.
PRADO, M.L. et al. Arco de Charles Maguerez: refletindo estratégias de metodologia ativa na formação de profissionais de saúde. Escola Anna Ner y Revista de Enfermagem, Rio de Janeiro, v. 16, n. 1, p. 172-177, mar. 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ean/v16n1/v16n1a23.pdf Acesso em: 18 jul. 2017.
RASCHE, A.S.; SANTOS, M.S.S. Enfermagem escolar e sua especialização: uma nova ou antiga atividade. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 66, n. 4, p. 607-10, 2013. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/reben/v66n4/v66n4a22.pdf >. Acesso em: 04 abr. 2017.
RIBEIRO, J.L.P. Educação para a saúde. Psicologia, Saúde & Doenças, Lisboa, v. 16, n. 01, p. 03-09, 2015. Disponível em: <http://www.scielo.mec.pt/pdf/psd/v16n1/v16n1a02.pdf >. Acesso em: 04 abr. 2017.
ROSSETTO, M.S.; SCHERMANN, L.; BÉRIA, J.U. Maternidade na adolescência: indicadores emocionais negativos e fatores associados em mães de 14 a 16 anos em Porto Alegre, RS, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 19, n. 10, p. 4235-46, 2014. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/csc/v19n10/1413-8123-csc-19-10-4235.pdf >. Acesso em: 05 abr. 2017.
SILVA, J.M. et al. Pesquisa-ação: concepções e aplicabilidade nos estudos em enfermagem. Revista Brasileira de Enfermagem. Brasília, v. 64, n. 3, p. 592-5, Jun 2011. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reben/v64n3/v64n3a26.pdf Acesso em: 13 Nov. 2017.
SOUSA, V.M.; CAMURÇA, A.M.Discutindo saúde sexual com adolescentes de uma escola estadual de Fortaleza – CE. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL ENLAÇANDO SEXUALIDADES. EDUCAÇÃO, SAÚDE, MOVIMENTOS SOCIAIS, DIREITOS SEXUAIS E DIREITOS REPRODUTIVOS, 2009, Anais. Salvador, 2009. 12 p. Disponível em: http://www.uneb.br/enlacandosexualidades/files/2012/04/DISCUTINDO-SAUDE-SEXUAL-COM-ADOLESCENTES-DE-UMA-ESCOLA-ESTAD.pdf. Acesso em: 18 jul. 2017.
THIOLLENT M.Metodologia da pesquisa-ação. 16ª ed. São Paulo: Cortez, 2008
Downloads
Arquivos adicionais
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2018 Revista Guará

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
A Revista Guará adota a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), segundo a qual os autores mantêm os direitos autorais sobre seus trabalhos submetidos e publicados na revista.
Os autores são responsáveis por declarar que o manuscrito submetido é original, que não foi publicado anteriormente e que não está em processo de avaliação simultânea em outro periódico. Após a submissão, os manuscritos passam por processo de avaliação por pares.
Ao submeter o manuscrito, os autores concedem à Revista Guará o direito de primeira publicação, permanecendo livres para estabelecer acordos adicionais de distribuição não exclusiva da versão publicada (por exemplo, em repositórios institucionais, páginas pessoais ou como parte de obras futuras), desde que seja devidamente reconhecida a autoria e a publicação original na revista.
A Revista Guará incentiva a disseminação ampla dos trabalhos publicados, incluindo sua disponibilização em repositórios institucionais e outras plataformas, como forma de ampliar a visibilidade e o impacto da produção científica.
De acordo com a licença CC BY 4.0, os usuários têm o direito de:
- Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato;
- Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer finalidade, inclusive comercial.
Esses direitos são irrevogáveis, desde que sejam respeitados os seguintes termos:
- Atribuição — deve ser concedido o devido crédito aos autores, fornecido o link para a licença e indicada a realização de eventuais modificações. A atribuição deve ser feita de maneira razoável, sem sugerir apoio ou endosso por parte dos autores ou da revista ao uso realizado.
A licença não impõe restrições adicionais ao uso do material, não sendo permitido aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que limitem os direitos concedidos pela licença.