Conhecimentos e práticas de enfermeiros em Unidades Básicas de Saúde (UBS) sobre sífilis congênita em Redenção, Pará, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.47456/rbps.v22i4.27863Palabras clave:
Sífilis congênita, Enfermagem, ConhecimentoResumen
Introdução: A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum, altamente contagiosa, sendo transmitida pelo ato sexual desprotegido e de forma vertical durante a gestação. Objetivo: Avaliar o conhecimento dos enfermeiros que trabalham em Unidades Básicas de Saúde (UBS) sobre sífilis congênita (SC). Métodos: Estudo transversal quantitativo composto por 8 enfermeiros da cidade de Redenção, Pará, Brasil. Foi adotado um questionário estruturado sobre SC, permitindo caracterizar o perfil profissional de cada enfermeiro e o conhecimento deles sobre a prática clínica, o diagnóstico, tratamento, perfil epidemiológico e notificação da doença. Realizou-se análise estatística univariada por meio de distribuição de frequências. Resultados: Dentre os investigados, 87,5% pertencem ao sexo feminino. Constatou-se que a maioria teve acesso ao manual técnico do Ministério da Saúde, e 50% apresentaram conhecimento adequado quanto à situação epidemiológica da SC no País e no Município. Observou-se que 62,5% dos profissionais conhecem a forma de transmissão da doença baseada em seu estágio, porém esse número reduz quando se compara a idade gestacional. Mais de 50% dos participantes descreveram o momento correto em que devem ser realizados os testes sorológicos durante a gestação, porém não apresentaram conhecimento adequado sobre a classificação dos testes treponêmicos e não treponêmicos. Conclusão: Os enfermeiros das UBS não têm conhecimento adequado acerca do assunto, necessitando de um melhor embasamento científico para realizar tais ações. Dessa forma, para um bom desempenho, é necessária a implantação de sua capacitação técnica especialmente para atender as gestantes com sífilis.
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