La resistencia local de las religiones de origen africano frente al racismo religioso: un estudio del caso “Mãe Quida” en Sergipe
DOI:
https://doi.org/10.47456/20253630Palabras clave:
Religious freedom; African-rooted religions; Mãe Quida.Resumen
El racismo persiste en la sociedad brasileña en varios frentes, como la discriminación hacia las religiones de origen africano, que a menudo son víctimas de ataques y violencia. A pesar de ello, es necesario considerar la importancia de movilizar la protección normativa, especialmente entendiendo la libertad religiosa como un derecho fundamental garantizado en el artículo 5, VI de la Constituição Federal, que debe ser garantizado a todos por igual, incluidas las religiones de origen africano. El problema se analiza a través del caso “Mãe Quida”, que ayuda a demostrar cómo las violaciones de la libertad de culto se producen de forma específica para cada realidad local. Por lo tanto, el objetivo de este trabajo es analizar cómo se protege el derecho a la libertad religiosa, teniendo en cuenta el caso “Mãe Quida”, que tuvo lugar en Sergipe y condujo a la rendición de cuentas y a la indemnización por los daños causados por agentes públicos.
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