Therapeutic Workshops of Imagination
DOI:
https://doi.org/10.30712/guara.v0i11.21171Keywords:
Oficinas terapêuticas, RPG, Adolescência, Imaginação, Saúde mentalAbstract
This article proposes a theoretical reflection based on the report of the Therapeutic Imagination Workshops, part of an interproject of the Extension Program "Each Two with Their Mania" (CDSM), the Therapeutic Workshops for Adolescents, at the Federal University of Espírito Santo (UFES). These workshops aim to offer the community an important service in child and adolescent mental health treatment. The collective space of the therapeutic workshops is an important mental health tool, as it can be used to process anxiety and other forms of psychological distress. Role-playing games (RPGs) are used as a therapeutic resource, in which participants create their characters to express their needs. The idea is that the game functions as a symbolic support for working through the impasses of adolescence. A decrease in patients' psychological distress and the conflicts expected at this stage of life have been observed. Over the past eighteen months, 182 sessions have been conducted in these workshops. Extension workers gain valuable experience throughout their training by monitoring the therapeutic process from patient intake through psychological examination and development of the therapeutic plan in interdisciplinary team meetings.
Downloads
References
Afonso L. (2000). Oficinas em dinâmica de grupo: um método de inter venção psicossocial. Belo Horizonte: Campo Social.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. (2005). Caminhos para uma política de saúde mental infanto-juvenil. Brasília: Ministério da Saúde.
Calligaris, C. (2000). A adolescência. São Paulo: Publifolha.
Cardoso, I.; Vorcaro, A. (2017). A clínica infantil e o processo criativo: considerações estéticas sobre a brincadeira do fort-da. Estilos Da Clinica, 22(1), 45-63. Disponível em https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v22i1p45-63 . Acesso em 25 ago. 2018.
Freud, S. (1996). A dinâmica da transferência. IN. J. Salomão, (Trad.), Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud.( Vol. XII, pp. 107- 119). Rio de Janeiro: Imago 1996. 104(Publicado originalmente em 1912).
Freud, S. (1996). Além do princípio do prazer. Em S. Freud, Além do princípio de prazer, Psicologia de Grupo e outros trabalhos (ESB, J. Salomão, trad., Vol. XVIII, pp. 11-76). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1920)
Jeolas, L. S.; Ferrari, R. A. P. Oficinas de prevenção em um ser viço de saúde para adolescentes: espaço de reflexão e de conhecimento compartilhado. Ciênc Saúde Coletiva. 2003; 8(2).
Organização Mundial de Saúde. (1989). Saúde reprodutiva de adolescentes: uma estratégia para ação. Genebra: Organização Mundial de Saúde.
Stevens, A. (2004). Adolescência, sintoma da puberdade. Revista CURINGA, n°20. Belo Horizonte: EBP-MG, nov. 2004. (p.27-39) (artigo originalmente publicado na revista “LesFeuilletesduCortil”, Le Désir et lafaim, mars 1998, p.79 -92)
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2019 Revista Guará

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).