Dia a dia botânico
Uma proposta lúdica para o ensino de ciências
DOI:
https://doi.org/10.30712/guara.v1i18.44435Palavras-chave:
Educação, Extensão universitária, jogo educativoResumo
O desenvolvimento e a utilização de materiais didáticos para atender às demandas educacionais das novas gerações estão se tornando cada vez mais complexos. Isso se deve ao fato de que a elaboração e o uso desses materiais exigem tempo, formação adequada dos profissionais e a aplicação de métodos diversificados que atendam a todos os alunos. Sendo assim, o presente estudo teve por objetivo evidenciar as conexões entre os produtos e objetos cotidianos de origem vegetal e sua relação com o meio ambiente, considerando quatro materiais essenciais da vida humana, que também estão presentes na sala de aula, sendo eles: madeira, papel, tecido e alimentos. O material elaborado foi direcionado aos alunos da educação básica e pode ser utilizado tanto por alunos do Atendimento Educacional Especializado (AEE) quanto na sala de aula comum, independentemente de possuírem ou não necessidades educacionais especiais. Os resultados evidenciam o incentivo à aprendizagem de Botânica e com a realidade ao proporcionar que os educadores em atividade tenham acesso a projetos de extensão universitária e possam receber suporte e conhecimento sobre novas metodologias de ensino, estamos facilitando a integração entre a formação inicial e continuada, além de abrir oportunidades para a atualização docente.
Downloads
Referências
BRASIL. Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 28 de abril de 1999. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9795.htm. Acesso em: 27 abr. 2024.
BRASIL. Lei nº. 13.146, de 6 de julho de 2015. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em: 2 mar. 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília: MEC; SEESP, 2001. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/diretrizes.pdf. Acesso em: 2 mar. 2024.
CAST UDL. Learn About Universal Design for Learning (UDL) [Online], 2006. Disponível em: http://bookbuilder.cast.org/learn.php. Acesso em: 22 abr. 2024.
DROSDOSKI, J.B.P. Uma experiência docente no ensino de biologia para estudantes inclusos em sala de aula regular. 2020. 140 p. Dissertação. Mestrado em Ensino de Ciência e Tecnologia. Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Ponta Grossa, 2020. Disponível em: https://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/24628. Acesso em: 25 abr. 2024.
ESPÍRITO SANTO. Governo do Estado do Espírito Santo. Aprova o Plano Estadual de Educação do Espírito Santo - PEE/ES, período 2015-/025. Disponível em: https://pne.mec.gov.br/images/pdf/Diario_oficial_ES_PEE.pdf. Acesso em: 29 abr. 2024.
FEDERAÇÃO DAS APAES DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. Institucional/Quem somos. Espírito Santo, 2017. Disponível em: https://www.apaees.org.br/institucional/quem-somos. Acesso em: 27 abr. 2024.
FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. 2ª reimpressão da 43ª edição. São Paulo. Paz e Terra,1996. 144 p.
FREITAS, K.C.; VASQUES, D.T. & URSI, S. Panorama da abordagem dos conteúdos de Botânica nos documentos norteadores da Educação Básica Brasileira in VASQUES, D.T.; DE FREITAS, K.C.; URSI, S. (orgs.) Aprendizado ativo no Ensino de Botânica. São Paulo: Instituto de Biociências, USP, 172 p., 2021. Disponível em: http://www.botanicaonline.com.br/geral/arquivos/Vasques_Freitas_Ursi_2021.pdf. Acesso em: 30 set. 2023.
GATTI, B.A. Formação de professores, complexidade e trabalho docente. Revista Diálogo Educacional. Londrina, v. 17, nº. 53, p. 721-737, 2017. Disponível em: https://doi.org/10.7213/1981-416x.17.053.ao01. Acesso em: 22 abr. 2024.
GLAT, R. & PLETSCH, M.D. Inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais. 2ª Ed. Rio de Janeiro: EDUERJ. Pesquisa em Educação, 2012. 164 p.
GLAT, R. Desconstruindo representações sociais: por uma cultura de colaboração para inclusão social. Revista Brasileira de Educação Especial. Marília, v.24, Edição Especial, p. 9-20, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbee/a/46TchJ98ZcyvZ3Xb5X7ZkFy/abstract/?lang=pt#. Acesso em: 22 abr. 2024.
KISHIMOTO, T.M. (Organizadora). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 8º ed. São Paulo: Cortes, 1996. 32p. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4386868/mod_resource/content/1/Jogo%2C%20brnquedo%2C%20brincadeira%20e%20educa%C3%A7%C3%A3o.pdf. Acesso em: 23 abr. 2024.
LIMA, R.A.; MENEZES, J.A.; SOUZA, D.B. & CAVALCANTE, F.S.A. Semeando sustentabilidade: possibilidades e desafios no ensino de Botânica utilizando as plantas medicinais. South American Journal of Basic Education, Technical and Technological, v. 9, nº. 1, p. 01-11, 2022. Disponível em: https://periodicos.ufac.br/index.php/SAJEBTT/article/view/6415. Acesso em: 23 abr. 2024.
RIBEIRO, G.R.P.S. & AMATO, C.A.H. Análise da utilização do Desenho Universal para Aprendizagem. Cadernos de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento, v. 18, nº. 2, 2018. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1519-03072018000200008. Acesso em: 23 abr. 2024.
ROSEMBACH, C. Ludicidade na educação especial. 2022. 16 p. Trabalho de Conclusão de Curso. Graduação em Educação Especial. Centro Universitário Internacional Uninter. Curitiba, 2022. Disponível em: https://repositorio.uninter.com/handle/1/917?show=full. Acesso em: 25 abr. 2024.
SALATINO, A. & BUCKERIDGE, M. “Mas de que te serve saber botânica?”. Estudos avançados, v. 30, p. 177-196, 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/z86xt6ksbQbZfnzvFNnYwZH/#. Acesso em: 23 abr. 2024.
SILVA, M.E.D. & SANTOS, M.L.B. A importância do jogo pedagógico na inclusão de alunos com necessidades especiais no ensino de Ciências e Biologia. Biológica-Caderno do Curso de Ciências Biológicas, v. 1, n. 1, 2018. Disponível em: https://seer.uniacademia.edu.br/index.php/biologica/article/download/2242/1470. Acesso em: 25 abr. 2024.
SMOLE, K.C.S., DINIZ, M.I.S.V. & MILANI, E. Jogos de matemática de 6º a 9º ano. Cadernos do Mathema - Ensino Fundamental. Porto Alegre, Editora Artmed, 2007. 94p. Disponível em: https://professorarnon.com/medias/documents/140421210142.pdf. Acesso em: 29 abr. 2024.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Revista Guará

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
A Revista Guará adota a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), segundo a qual os autores mantêm os direitos autorais sobre seus trabalhos submetidos e publicados na revista.
Os autores são responsáveis por declarar que o manuscrito submetido é original, que não foi publicado anteriormente e que não está em processo de avaliação simultânea em outro periódico. Após a submissão, os manuscritos passam por processo de avaliação por pares.
Ao submeter o manuscrito, os autores concedem à Revista Guará o direito de primeira publicação, permanecendo livres para estabelecer acordos adicionais de distribuição não exclusiva da versão publicada (por exemplo, em repositórios institucionais, páginas pessoais ou como parte de obras futuras), desde que seja devidamente reconhecida a autoria e a publicação original na revista.
A Revista Guará incentiva a disseminação ampla dos trabalhos publicados, incluindo sua disponibilização em repositórios institucionais e outras plataformas, como forma de ampliar a visibilidade e o impacto da produção científica.
De acordo com a licença CC BY 4.0, os usuários têm o direito de:
- Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato;
- Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer finalidade, inclusive comercial.
Esses direitos são irrevogáveis, desde que sejam respeitados os seguintes termos:
- Atribuição — deve ser concedido o devido crédito aos autores, fornecido o link para a licença e indicada a realização de eventuais modificações. A atribuição deve ser feita de maneira razoável, sem sugerir apoio ou endosso por parte dos autores ou da revista ao uso realizado.
A licença não impõe restrições adicionais ao uso do material, não sendo permitido aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que limitem os direitos concedidos pela licença.