Educação financeira infantil
Brincando com dinheiro
DOI:
https://doi.org/10.30712/guara.v5i8.15852Palabras clave:
Finanças, Escolas, Crianças, Ensino Fundamental, Consumo conscienteResumen
O tema da educação financeira vem ganhando espaço nas mais diversas discussões econômicas e sociais, dado que se tem percebido a importância dessa iniciativa para o desenvolvimento dos países e de seus habitantes. O presente trabalho tem como objetivo demonstrar a eficácia da educação financeira infantil no sentido de fazer com que os indivíduos se tornem mais preparados diante das alternativas de crédito existentes no mercado e se tornem consumidores mais conscientes. Para isso, foram realizadas atividades com crianças do Ensino Fundamental, precisamente do 2º ao 5º ano de escolas públicas e privadas da cidade de Sousa na Paraíba, contemplando 444 alunos. A ideia foi dividir as atividades a serem exercidas de acordo com cada série, obtendo um maior rendimento dos alunos em relação ao conteúdo abordado, já que o nível da atividade é proporcional ao grau de aprendizagem. E com os resultados obtidos, observou-se que as metas iniciais foram realizadas com sucesso e que todas as partes envolvidas no processo ficaram satisfeitas. Visto que as crianças conseguiram entender as competências adequadas para cuidarem dos próprios recursos e assim se tornarem independentes o mais rápido possível, que os professores ficaram gratos por ter um apoio de universitários no ensino de seus alunos e que os extensionistas obtiveram êxito na execução do projeto. A relevância do projeto é que a conscientização seja efetiva o suficiente para mostrar a todas as pessoas a real importância da Educação Financeira Infantil. É necessário equilibrar os gastos do consumo diário com a poupança e os investimentos visando o bem-estar e o consumo futuro.
Descargas
Referencias
ABRAMOVAY, R. Finanças sociais. O Brasil Pensa: Foco, v.29, 2004.
BADER, M.; SAVOIA, J. R. F. Logística da distribuição bancária: tendências, oportunidades e fatores para inclusão financeira. RAE-Revista de Administração de Empresas, v. 53, n. 2, mar./abr. 2013.
CALDAS, S. Pais e mães enfrentam o consumismo infantil no Dia das Crianças. Out 2011. Disponível em: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2011/outubro/pais-e-maes-enfrentam-o-consumismo-infantil-no-dia. Acesso em: 14 de abril de 2016.
CARDOZO, J. S. Um olhar sobre a estratégia nacional de educação financeira ENEF e sua potencial contribuição para a disseminação da cultura previdenciária. 2011. 114 f. Monografia (Licenciatura em Pedagogia) – Universidade de Brasília, Brasília, 2011.
CERBASI, G. Pais inteligentes enriquecem seus filhos.1 ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2011. 176 p.
D’AQUINO, C. Educação financeira: como educar seus filhos.1 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 180 p.
DOLVIN, S.D.; TEMPLETON, W.K. Financial education and asset allocation.Financial Services Review, v.15, p.133-149, 2006.
FERREIRA, V. R. M. Psicologia Econômica: origens, modelos, propostas. Tese. Doutorado em Psicologia Social. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. São Paulo, 2007.316 p.
GODFREY, J. Raising Financially Fit Kids.1 ed. Ten Speed Press, 2003. 224 p.
HOGARTH, J.M; HILGERT, A. Financial knowledge, experience and learning preferences: preliminary results from a survey on financial literacy. Consumer Interests Annual, v. 48, 2002
MEIER, S.; SPRENGER, C.D. Discounting financial literacy: Time preferences and participation in financial education programs. Journal of Economic Behavior & Organization, Article in Press, 2012.
OCDE – ORGANIZAÇÃO PARA A COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO. Improving Financial Literacy: Analysis of issues and policies.Paris, 2005.181 p.
SAVOIA, J. R. F.; SAITO, A. T.; SANTANA, F. A. Paradigmas da Educação Financeira no Brasil. Revista de Administração Pública. v. 41, n.6, p.1121-41, 2007.
SERASA EXPERIAN. Países desenvolvidos investem na formação do aluno. 2012. Disponível em: http://serasaconsumidor.com.br/guia-orientacao/. Acesso em: 14 de abril de 2016. http://www.portaldoinvestidor.gov.br/galerias/Atividades/PortalInfantil/index.html. Acesso em 30 de abril de 2017.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2018 Revista Guará

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
La Revista Guará adopta la licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC BY 4.0), según la cual los autores conservan los derechos de autor sobre sus trabajos sometidos y publicados en la revista.
Los autores son responsables de declarar que el manuscrito enviado es original, que no ha sido publicado previamente y que no está en proceso de evaluación simultánea en otra revista. Tras la presentación, los manuscritos son sometidos a un proceso de evaluación por pares.
Al enviar el manuscrito, los autores conceden a la Revista Guará el derecho de primera publicación, manteniendo la libertad de establecer acuerdos adicionales de distribución no exclusiva de la versión publicada (por ejemplo, en repositorios institucionales, páginas personales o como parte de trabajos futuros), siempre que se reconozca adecuadamente la autoría y la publicación original en la revista.
La Revista Guará fomenta la amplia difusión de los trabajos publicados, incluyendo su disponibilidad en repositorios institucionales y otras plataformas, como forma de aumentar la visibilidad y el impacto de la producción científica.
De acuerdo con la licencia CC BY 4.0, los usuarios tienen derecho a:
- Compartir — copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato;
- Adaptar — remezclar, transformar y crear a partir del material para cualquier finalidad, incluso comercial.
Estos derechos son irrevocables, siempre que se respeten las siguientes condiciones:
- Atribución — se debe otorgar el crédito correspondiente a los autores, proporcionar un enlace a la licencia e indicar si se han realizado cambios. La atribución debe hacerse de manera razonable, sin sugerir respaldo por parte de los autores o de la revista.
La licencia no impone restricciones adicionales. No se permite aplicar términos legales ni medidas tecnológicas que limiten los derechos otorgados por la licencia.