Genética comunitária

Avaliação de um curso baseado em videoaulas

Autores

  • Renato Pustilnick Secretaria de Educação Estadual do Paraná
  • Fabiana Poerner Instituto de Biologia Molecular do Paraná
  • Lupe Furtado Alle Universidade Federal do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.30712/guara.v0i7.17528

Palavras-chave:

Genética Comunitária, Educação a Distância, Vídeoaulas, E-learning, Aprendizagem móvel

Resumo

Alterações genéticas têm ocupado maior destaque entre as causas de mortalidade na população brasileira. Considerando a carência de informações sobre o tema, o objetivo do trabalho foi criar e avaliar a eficácia de um curso baseado em videoaulas de genética comunitária para a identificação precoce de sinais sugestivos de doença genética. O curso contou com 1228 inscritos, sendo 428 concluintes e 800 desistentes. Essa evasão foi comparada com dados do relatório da Associação Brasileira de Educação a Distância (2014) e foram aplicados testes antes e depois da realização do curso, com intuito de verificar sua eficácia e o entendimento dos conteúdos. Embora a evasão tenha sido maior (p<0,05), as notas médias foram significativamente superiores no pós-teste (p<0,05). O modelo impactou positivamente o aprendizado, apresentando-se como alternativa para ser aplicado em larga escala no Brasil, inclusive em outras áreas do conhecimento.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

ABED – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (Org.). Censo EAD.Br: relatório analítico da aprendizagem a distância no Brasil 2013. São Paulo: Ibpex, 2014. Disponível em: <http://www.abed.org.br/censoead2013/CENSO_EAD_2013_PORTUGUES.pdf>. Acesso em: 26 maio 2015.

BRASIL. Constituição (1988). Lei nº Art. 196, de 1988. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF, Seção 2. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em: 26 mar. 2015.

______. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. (Org.). Projeção da população do Brasil e das Unidades da Federação. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/index.html>. Acesso em: 26 fev. 2015.

______. Lei 8.080 de 19/09/1990. Brasília, Disponível em: <http://conselho.saude.gov.br/legislacao/lei8080_190990.htm>. Acesso em: 23 jan. 2015.

______. Portaria nº 81, de 20 de Janeiro de 2009. Brasília, 2009. Disponível em: <http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2009/GM/GM-81.htm>. Acesso em: 25 fev. 2015.

______. Resolução Ces/cne Nº 3, de 20 de Junho de 2014. Brasília, Disponível em: <http://www.abmes.org.br/abmes/legislacoes/visualizar/id/1609>. Acesso em: 23 jan. 2015.

HOROVITZ, D. D. G. Atenção aos Defeitos Congênitos no Brasil: propostas para estruturação e integração da abordagem no sistema de saúde. 2003. 133 f. Tese de Doutorado. Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2003.

IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Projeção da população do Brasil e das Unidades da Federação. 2015. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/index.html>. Acesso em: 26 fev. 2015.

KATE, Leo P. Ten et al. Community genetics.: Its definition 2010. Journal of Community Genetics. Amsterdam, p. 19-22. 10 mar. 2010.

MORAN, José Manoel. O que é educação a distância. 2002. Disponível em: <http://www2.eca.usp.br/moran/wp-content/uploads/2013/12/dist.pdf>. Acesso em: 19 mar. 2015.

KOOHANG, A.; HARMAN, K. Learning Objects: theor y, praxis, issues and trends. Santa Rosa, CA: Informing Science Press, 2007a. p.1- 44.

NOVOA, Maria Conce'ción; BURNHAM, Teresinha Fróes. Desafios para a universalização da genética clínica: o caso brasileiro. Revista Panamericana de Salud Pública, Washington, v. 29, n. 1, p.61-68, jan. 2011. Disponível em: <http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892011000100010>. Acesso em: 22 mar. 2015

RAMALHO, A. S. & PAIVA-E-SILVA, R. B., 2000. Community genetics: A new discipline and its application in Brazil. Cadernos de Saúde Pública, 16: 261-263.

RICHARDS, Reshan; MALONE, David W. Explain Ever ything: Users Manual. Kamieniec Wroclawski: Constructivist Toolkit. LlcMorriscooke Interative, 2014.

TAROUCO, Liane Margarida Rockenbachet al. Objetos de aprendizagem: teoria e prática. 2014. SOCIEDADE BRASILEIRA DE GENÉTICA MÉDICA. Sociedade Brasileira de Genética. Lista de Sócios. 2015. Disponível em: <http://www.sbgm.org.br>. Acesso em: 26 fev. 2015.

VIEIRA, Taiane Alves. Genética Comunitária: A Inserção da Genética Médica na Atenção Primária à Saúde em Porto Alegre. 2012. 105 f. Tese doutorado. Curso de Medicina, Programa de Pós-graduação em Medicina: Ciências Médicas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2012. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/52944/000837703.pdf?sequence=1>. Acesso em: 25 nov. 2014.

Downloads

Publicado

19-09-2017

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

PUSTILNICK, Renato; POERNER, Fabiana; FURTADO ALLE, Lupe. Genética comunitária: Avaliação de um curso baseado em videoaulas. Revista Guará, [S. l.], n. 7, p. 63–74, 2017. DOI: 10.30712/guara.v0i7.17528. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/guara/article/view/17528. Acesso em: 27 fev. 2026.

Artigos Semelhantes

1-10 de 117

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.